sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Garotas e Alcool não se misturam...


olá meus queridos leitores, que bom que estão gostando das histórias "remodeladas" só não devem estar gostando da demora... Mas eu tenho um álibi, eu tava meio que sem tempo essa semana e desde ontem tava sem net, mas sem mais delongas senta que lá vem história. A Jess ainda falava comigo depois do que aconteceu, mas ainda assim quando vinha falar ficava meio em graça, eu passava a maior parte do tempo conversando, e me agarrando, com a Wendy, um dia eu estava dormindo no meio da aula quando eu senti alguém me cutucando, pensei que era a Jess
-Deixa eu dormir caralho...
Falei baixinho
-O que disse Ashford?
Despertei totalmente, não era a Jess e sim a professora, a bruxa velha olhava pra mim com uma cara mais feia que o normal, eu nem sabia o que falar apenas encarava ela com cara de inocente
-Dormindo na aula, dizendo palavrões pra professora, o que você quer fazer da sua vida Ashford?
Tava todo mundo olhando pra minha cara, e como eu já sabia que ia sair de sala decidi pelo menos me divertir com a situação...
-Vou ser cafetina professora
Os outros alunos começaram a rir mas logo foram censurados por ela
-E você acha que vai se sustentar desse jeito?
Mais uma vez todos os olhares voltados para mim e eu olhando bem nos olhos dela através de seus oculos redondos respondi
-Se eu lhe contratar num vou conseguir mesmo não...
Não teve quem ficasse sério, todos começaram a rir menos ela, e nçao teve outra, fui direto para a direção, eu ia andando pelo corredor bem devagar me preparando psicologicamente para ser suspensa quando escuto alguém me chamando, era o Fernando.
-Você é demais Mary, valeu a pena ter acordado cedo só pra ver essa cena, nós dois sorrimos
-Você saiu também?
Perguntei
-Não pedi pra beber água, pra poder vir falar com você
-Já que eu já estou suspensa mesmo não quer fazer um pocuo de companhia pra mim aqui fora?
-Mas é claro
Fomos para um lugar mais reservado e ficamos conversando, coversa vai conversa vem ele fala.
-Mary, vai fazer algo hoje a noite?
Era uma sexta, eu pensei um ouco e falei
-Além de levar uma bronca do meu pai acho que não vou fazer mais nada
Ele sorriu e fez uma proposta
-Bem, depois da bronca, se você quiser, eu e a galera vamos sair, dar uma passadinha numa boate que tem perto da minha casa, beber, dançar essas coisas, se você quiser
Eu sabia de qual boate ele estava falando, sempre quis ir lá mas nunca teve quem me levasse ou com quem eu ir, agora era a oportunidade
-Eu vou adorar! Você passa lá em casa me buscar?
Respondi imediatamente, ainda dei um sorrisinho malicioso.
-Claro amor
Ele foi aproximando o rosto do meu agente já ia se beijar quando ouvimos uma voz
-Bonito isso não é? No meio da aula os dois ai
Nos viramos assustados estava a coordenadora nos encarando, fomos direto pra sala dela, mais acusações sobre mim, a minha sorte foi que meu pai precisou fazer uma viagem de negocios e quem falou foi Cassandra, com ela ainda dava pra negociar, quando ela veio me buscar ainda falou um monte, que eu tinha que abrir os olhos, que tinha que estudar essas "besteiras" fiquei calada só escutando, mais à noite quando ela já estava mais calma fui falar com ela, ela estava na sala sentada no sofá assistindo TV, sentei do lado dela e passando a mão pelo cabelão dela falei
-Cassandrazinha...
Ela sem nem olhar pra minha cara respondeu friamente
-Não!
-Mas você nem sabe o que eu ia falar
-Mas quando você vem assim é pra pedir alguma coisa
-É algo simples..
Argumentei alisando a perna dela
-Ta Mary... O que você quer?
Falou ela me encarando
-Sabe o que é amore, é que a galera me chamou pra sair, será que você pode deixar eu ir?
-Não! Além de você ter sido suspensa no colégio quem autoriza essas coisas é o seu pai, e só deve rolar bebida nessa história
-Não! Não vai ter bebida, é todo mundo evangélico!
-Tão evangélicos quanto você né?
Eu fiquei sem argumentos, só continuei alisando ela e olhando com carinha de cachorrinho que caiu da mudança, ela soltou um suspiro e falou.
-Tá certo, eu deixo vocÊ ir, mas se você voltar pra casa bebâda seu pai vai ficar sabendo de tudo
-Obrigada!
Abraçei ela e dei um beijão, fui logo me arrumar, o Fernando já havia ligado, e na hora marcada ele apareceu, eu acho que ele não tem idade suficiente para dirigir mas apareceu lá de carro, eu nem liguei, entrei e nos cumprimentamos com um beijo, não sei mas acho que ele deve estar jurando que sou a namorada dele, não ia me esquentar com isso numa noite tão especial, não demorou muito e chegamos na boate, descemos do carro e eu fiquei feito uma abestalhada olhando os letreiros coloridos da fachada, ele me puxou pela mão
-Vem cá a galera ta ali
Fomos de mãos dadas até os amigos dele, dois meninos e três meninas, os meninos eram até bonitinhos, um era meio playboizinho e o outro também era só que puxava um pouco pra emo, uma das meninas também era meio emo e as outras duas eram paty, "que mistura" pensei, mas as três eram lindas, fui logo puxando papo com a eminha que era a mais gatinha e normalmente essas emo são bi então era menos chance de eu levar um fora, entramos na boate, a música eletronica tocava bem alto, quase não tinha luz, com a desculpa de não se perder do povo coloquei a mão na cintura da menina, o nome dela era Angélica, mas prefiria que chamassem ela de Angel, todo mundo foi logo atrás das bebidas
-Você bebe não é Mary?
Perguntou ela, eu pra ganhar moral respondi logo
-Claro, o que vier eu bebo
-Legal, eu só tomo umas ICE mas vamo ver no que da...
O Fernando trouxe os nosso drinques, foi por conta dele, eu acho até que estava com ciumes de eu estar dando em cima na amiga dele e não nele, eu cheirei a bebida, era alcool puro, dava pra se embriagar só pelo cheiro
-O que é isso?
Perguntou Angel, ela também parecia não estar tão confortavel com o seu Drink
-Vodca, vocês gostam não é? Ou vai dizer que vocês não aguentam?
Nós duas nos entreolhamos e para não perder a pose eu disse logo
-Nós somos acostumadas a beber vodca
Ele sorriu e foi falar com uma loira do lado dele, acho que pra me fazer ciumes mas nem liguei, vieram dois meninos feios que deu dó falar com agente
-E ai gatinhas, 'vamo' dançar?
Eu olhei pra cara deles e engrossando a voz um pouco respondi
-Claro que agente vai não é Paulo?
Os dois meninos assutados perguntaram
-Paulo?
-Sim somos travestis
Os dois sairam correndo sem nem olhar pra trás, nós duas rimos muito daquela cena, ai a Angel olhou para os copos olhou pra minha cara e disse
-Você primeiro...
-As duas
Respondi, respiramos fundo e bebemos mais da metade do conteudo, era mil vezes mais forte do que eu imaginava, foi como se eu tivesse engolindo ácido, nós das tossimos, ficamos enrolando conversando e bebendo de gole em gole, quando terminamos parecia que o lugar tinha ficado mais animado, nós duas riamos mais, mas em compensação eu me sentia meio tonta
-Vamo dançar amor
Disse ela me puxando pro meio da pista, na verdade não fomos dançar, como ela estava ainda mais tonta que eu só ficamos as duas agarradas pra não cair, eu me sentia mais safada que o normal, comecei a apalpar a bunda dela, ela sorriu e começamos a nos beijar, ficamos lá nos beijando e dando altos amassos por um tempão, os meninos ao redor olhavam a cena e sorriam e falavam umas gracinhas, as meninas algumas olhavam meio que com nojo, paramos de nos agarrar e fomos nos sentar pra descansar, ela ria a toa com qualquer coisa, eu me sentia meio enjoada e sem a menor noção de tempo ou aonde o resto do pessoal poderia estar, eu sentei num banco bem confortavel que havia lá, o sono já batia e o conforto do banco ajudava, ela foi e sentou no meu colo, começou a beijar meu pescoço eu só alsiava ela, estava com muito sono pra me agarrar com ela, até que o sono venceu e eu adormeci. Acordei com uma vontade incontrolavel de vomitar, vomitei no chão mesmo, olhei ao redor, não era a boate, era uma casa, toda desarrumada eu estava deitada no sofá, deitado um pouco afastado do lugar onde eu vomitei havia um cara, meio feinho, sem roupa, eu também estava nua, e fiquei assustada ao perceber que também estava melada, minhas pernas, meus seios, parte do meu rosto e cabelo, sabe-se lá quantos caras e o que fizeram comigo, eu fiquei por segundos assustadores pensando no que poderia ter acontecido, me levantei e fui porcurar o banheiro, entrei lá rapidamente e tranquei a porta, nem tinah percebido a garota sentada no chão perto da privada, mas ela nem me notou pois estava dormindo, era uma morena linda, tinha um corpão, e sua boca também estava melada, já que eu já estava ali mesmo aproveitei pra apalpar os seios dela, até me lembrar que estava num lugar desconhecido e que havia sido violentada por não sei quantos caras, fui pra debaixo do chuveiro e me lavei, pegeui uma toalha qualquer que tinha lá e me enxuguei, sai com ela enrolada, a garota num se mexeu um centimetro, fui na cozinha que estava super bagunçada, pratos amontoados na pia, inumeras garrafas e latas de toda sorte de bebida jogadas sobre o balcão e o chão, eu me perguntava se eu tinha bebido algo dali mas eu nem me lembrava como havia chegado, então eu percebi uma cena que se desenrolava no chão, uma garota linda deitada no chão, acho que também dormia embriagada, ela era loirinha e um pouco mais nova que eu, e um cara se aproveitava dela, enfiava os dedos nas partes intimas dela, apalpava seus seios, enquanto se masturbava, ele colocou ela de bruços e quando ia começar a comer ela viu que eu o observava, ao invés de parar ele sorriu e veio na minha direção, eu tentei fugir mas ele me agarrou, jogou a toalha longe e me arrastou até o balcão, jogou as coisas que estavam em cima para o lado, muitas latas cairam no chão mas a menina nem se mexia, ele me colocou de bruços sobre o balcão e eu implorava para ele não fazer aquilo.
-Não adianta gritar nem esperniar bonitinha, não tem pra onde fugir...
Ele deu umas palmadas fortes na minha bunda, e começou a meter na minha buceta, ele enfiava todo o pau grossão dele e eu gritando pra ele parar
-Para de gritar se não eu vou ser obrigado a fazer algo que você não vai gostar...
Mas eu não parei, ele me puxou pelos cabelos e deu um socão na minha barriga, eu fiquei sem ar, e cai no chão ofegante e as lágrimas escorrendo dos meus olhos, ele me colocou de qautro e disse
-Eu avisei... Mas felizmente você não quis escutar
Ele sorria e enfiava o dedo no meu cu
-Não faça isso!
Implorei chorando, mas ele não escutou e começou a meter com tudo no meu rabo, estava ardendo muito mas ele só metia com mais força, e batia em mim, me xingava, o cara que estava dormindo perto do sofá tinha acordado e veio ver o que acontecia, ele falou algo pro cara que me comia e ele parou, eu pensei que tava salva mas ele mandou o outro parar pra ele poder me fuder também, o outro esfregou o pau na minha cara e pra evitar apanhar mais comecei a chupar, ele gozou na minha cara, o outro fudia com ainda mais força e gozou dentro de mim
-Você é ainda mais gostosinha acordada menina, quando quiser mais é só voltar...
Disse ele rindo de mim, os dois riram e foram se aproveitar da outra menina que parecia estar acordando, eu corri pro banheiro, mais uma vez toda melada, e agora estava toda dolorida e ardida, me lavei denovo e quando voltei nem os caras nem a menina estavam mais lá, se a levaram ela teve um destino pior que o meu, eu precisava voltar pra casa mas não tinha dinheiro e se eu ligasse pra Cassandra vir me buscar eu estava ferrada, então me lembrei do meu Ás na manga, achei o telefone convencional do lugar e forçando minha mente ao extremo me lembrei do numero do pai da Ju.
-Quem é?
Respondeu ele ao ver o numero desconhecido
-Sou eu Mary
Uma pequena pausa e ele falou.
-O que você quer?
-Quero que você venha me buscar
-Sou seu pai por acaso? A já sei, eles não podem saber aonde você está, e por que eu faria isso?
-Não venha então, mas quando eu chegar em casa a primeira coisa que eu faço é mostrar pra todo mundo o nosso filminho, xauzinho
Eu não ia desligar mas ele caiu e logo mudou o tom de voz
-Calma, não faça isso, eu vou, mas aonde você está?
-Espera...
Eu olhei pela janela mas não havia um unico ponto de referencia, era um bairro meio pobre pelo jeito, mas perto do telefone havia uma carta e eu dei o endereço, entrei em um dos quartos e havia outro homem deitado na cama com uma moça, no chão perto da cama havia outra, a festa havia sido pesada e eu não me lembrava de nada, peguei uma camisa e um calção no guarda roupa, ficaram folgados em mim mas pelo menos eu não estava mais sem roupa, em pouco tempo o Pai da Ju chegou, eu fui voando pro carro
-Vamo logo...
Ele olhou pro meu estado e sorriu
-O que a bebida não faz... Aposto que nem se lembra o que aconteceu...
-Cala a boca e dirige
-Você não pretende chegar em casa vestida dessa maneira não é? vamos passar no Shopping aqui perto pra arrumar roupas novas pra você queridinha
Ele deu partida e fomos até lá, no meio do caminho ele disse
-Não vai ser bom você ser vista desse jeito, melhor baixar a cabeça...
Eu fui e abaxei então ele segurou minha cabeça e me virou na direção dele, o pau dele estava do lado de fora da roupa e já estava meio duro
-Não!
Eu respondi
-Eu já estou lhe levando em casa e vou comprar roupas novas pra você, isso é o minimo...
-De grife?
Perguntei já colocando uma das mãos sobre o membro dele que endurecia enquanto eu movia minha mão pra cima e pra baixo
-De grife...
Eu baixei a cabeça e fiquei chupando até chegar lá, perto do shopping ele gozou e eu tive que engolir tudo, não aguentava mais nem ver mais porra, ele estacionou o carro, se arrumou um pouco e foi, eu esperei um bom tempo e ele voltou com uma sacola, realmente era uma roupa cara, eu fui por banco de trás vestir, ainda bem que os vidros eram escuros.
-Não olhe!
Eu disse
-Até parece que eu não vou olhar... E tocar
Quando eu tirei a roupa ele foi pro banco de trás e começou a me agarrar, eu acabei deixando, ele me deitou e antes de tirar sua roupa começou a me chupar, ele chupava bem, eu gemia de prazer, ele chupou até eu gozar, depois tirou o pau e comecou a meter na minha bucetinha molhada, até que ele tirou e colocou na minha boca e gozou lá dentro me forçando engolir até a ultima gota. Já devidamente vestidos ele foi me levar em casa, ele tinha até bom gosto, a roupa era bonita, se bem que a saia era bem menor do que eu costumo usar, quando ele parou na frente da minah casa eu disse
-Ei, assim, se você quiser sair comigo algum dia, sei la, é só ligar
-Sair você diz eu lhe cobrir de dinheiro e presentes?
-Exatamente
-Mas vai 'rolar' né?
-Claro
-Você nasceu pra ser puta... Vem eu desco com você pra convencer sua madrasta gostosa, se
você arrumar aquela ali pra mim eu lhe dou até um jatinho...
-Ela não é pro seu bico...
Eu respondi meio que com ciumes, descemos e ele falou pra ela que como estava muito tarde eu dormi na casa da Ju e que minhas roupas se sujaram e ela me emprestou aquela, Cassandra caiu direitinho já que foi ele que disse, e eu descobri que podai tirar muito dinheiro dele sem ser extorquindo

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Flagra


Olá leitores, mais uma vez desculpa pela demora por histórias novas. Essa história começa no outro dia da "Festa" na casa do Fernando, eu acordei na cama dele, ele não estava, já era bem tarde, acho que já passava do meio dia, sai mexendo nas coisas dele e peguei uma camiseta dele pra vestir, por ele ser mais alto que eu a camisa mais parecia um mini-vestido, sai andando até achar ele, ele estava na sala arrumando a bagunça que o povo deixou, quando ele me viu disse
-Boa tarde Mary, durmiu bem?
Eu acenei positivamente, ele veio até mim e me abraçou, eu aproveitei e beijei ele, quando paramos eu me lembrei que quem deveria estar interessada era a Ju, me afastei dele e perguntei
-Cadê a Ju?
Ele hesitou um pouco e respondeu
-Ela já foi embora faz um tempinho...
-Você só queria comer ela né?
-Também, mas eu queria mesmo era você
Nós dois sorrimos, eu passei as mãos pelos meus cabelos que estavam completamente dessarumados.
-Então porque não foi logo falar comigo?
-Porque ai eu só comeria você, e dessa maneira eu também peguei ela
-Você é um cafajeste mesmo... Onde está minha roupa?
-Eu guardei, mas você fica tão sexy com essa camisa...
-Também ela não esconde nada
Eu deveria ficar com raiva pelo o que ele fez com a Ju mas eu não estava tão preocupada, ele pegou minha roupa e eu fui logo vestir, na frente dele mesmo, ele já tinha visto tudo que tinha ver, passei meia hora pra ajeitar meu cabelo mais meia pra colocar uma maquiagem, depois de uns dez anos eu já estava toda arrumada, ele ainda queria ficar me agarrando mas eu fui pra casa. Chegando lá nem Cassandra nem Justin estavam em casa, ela deveria estar no Shopping e ele saído com Audrey, eu fui pro meu quarto mas quando passava pelo quarto do meu Pai ouvi ele falando de um jeito bem romântico com alguém pelo celular, eu achei estranho, Cassandra não era, quando ele quer falar esse tipo de coisa pra ela fala pessoalmente, a conversa era só "meu amor" "te adoro" esse tipo de coisa, fiquei escondida até ele desligar, quando ele terminou ainda passou um tempo e foi para o banheiro, eu corri e peguei o celular dele, imediatamente fui ver pra quem ele estava ligando, não havia nome mas quando eu vi o número reconheci de cara, mas não queria acreditar, era o telefone de Jessica! Como ela pode? Eu esperava isso de mim não dela, eu ainda estava perplexa olhando para o visor do aparelho quando ele voltou
-Mary? O que você está fazendo?
Perguntou ele todo desconfiado, logo eu inventei uma historinha
-Oi Pai, meu celular descarregou e eu preciso fazer uma ligação...
Ele tentou tomar o celular da minha mão
-Depois você liga, agora eu preciso resolver uma coisa!
Eu me afastei e ainda olhando para o visor falei
-É bem rápido, Ei! Porque o Senhor ligou para a Jess?
Ele ficou um pouco nervoso e tentou fingir que estava com raiva
-Você saba que horas são Mary Ashford? Você sai ontem e só chega hoje a essa hora! E ainda não atende o celular! Liguei para ela pra saber seu paradeiro!
Eu fiz de conta que engoli a história dele devolvi o celular e fui para o meu quarto, eu não fiz um escandalo com ele porque queria pegar os dois no flagra. No outro dia quando fui pra escola falei com a Jess como se nada tivesse acontecido, a Ju nem tinha ido, eu tinha um plano e fui colcoar em prática aproveitando que Cassandra ia estar no trabalho e Justin tinha aulas extras à tarde, cheguei para a Jess e falei
-Oi Jess, eu vou para a casa da Wendy, você não quer ir também?
Ela pensou um pouco e respondeu
-Er... Bem hoje eu tenho que estudar, você também deveria
-Tudo bem
Exatamente nessa hora chega Wendy
-Oi!
Disse ela, Jessica já ia perguntar algo para ela ai eu falei
-Wendy a Ju está lhe procurando lá na cantina
-Ah valeu
Ela saiu e Jessica falou
-Mas a Ju não faltou?
-Ela não precisa saber... Me empresta o teu celular?
Perguntei, ela hesitou mas me deu
-Pra que você quer?
Eu pensei rápido e falei
-Vou ver as músicas que tem
Chegou uma outra amiga dela e eu fui ler as mensagens eram todas do meu pai, e todas safadas, perguntando que roupa ela estava usando, fazendo "sexo virtual" esse tipo de coisa olhei bem rápido para ela não desconfiar, depois volta Wendy com cara de ódio por ter sido engada, mas ela poderia estragar os planos... Quando voltei pra casa avisei logo para o meu pai que ia sair e fiz questão que ele soubesse que eu ia passar a tarde toda fora, sai e fiquei escondida do outro lado da rua, não demorou muito Jessica chegou, toda desconfiada, não me viu, rapidamente entrou, eu dei um tempinho e voltei, fui abrindo a porta bem devagar sem fazer um único som, eu já podia ouvir ela gemendo, gemia bem alto e parecia estar tendo muito prazer, eles estavam transando na sala mesmo, as roupas jogadas no chão, ele sentado no sofá e ela em cima subindo e descendo, estavam até suados, eu fiquei por alguns segundos observando a cena, eles lá se pegando se agarrando, dando beijos apaixonados, ao mesmo tempo me deixava com raiva mas também me excitava, ela tinha um corpinho lindo, ele passava as mãos pelas suas pernas lindas, apalpava a bunda dela, então eu decidi interferir.
-Bonito isso não é?
Falei parecendo a mãe de um dos dois, eles se viraram assustados como se estivessem vendo um fantasma, eles pararam ela se levantou assustada cobrindo o corpo com as mãos
-Mary! Espere! eu... agente...
Tentou se explicar ela, ele só olhava pra minha cara, o orgão dele ainda estava duro.
-Não precisam explicar nada! Eu já entendi muito bem o que está acontecendo aqui! Não esperava isso de você Jessica!
Subi correndo para o meu quarto e bati a porta atrás de mim, não demorou muito Jessica estava batendo na minha porta
-Abre Mary, vamos conversar...
-Conversar sobre o que? Sobre você querer ser minha madastra?
-Sério Mary, abri isso...
Eu abri, ela nem tinha vestido a roupa, só tinha colocado a blusa e a calcinha, dava pra ver seus mamilos proeminentes e que ainda estava molhada, eu estava achando ela super sexy vestida daquele jeito na minha frente, mas a cena dela dando pro meu pai não saia da minha cabeça, me sentei na cama e ela veio sentar do meu lado, começamos a discutir ai eu ameacei ela
-Vou contar pros seus pais para eles saberem a "santinha" que a filha deles é
Eu me levantei após falar, e quem ouvisse isso pensaria até que eu presto, se fossem contar as coisas que eu faço pro meu pai iam passar dias e não iam terminar de falar... Ela veio e abraçou-me por trás, dava pra ver que ela estava chorando, eu sentia os seios dela encostando nas minhas costas, já tava comecando a ficar excitada
-Por favor Mary! Eu faço o que você quiser mas não conte para eles, qualquer coisa!
Pronto, ela falou as palavras mágicas
-Qualquer coisa?
me virei pra ela e perguntei com um sorriso malicioso e segurando ela pela cintura
-Tudo mesmo?
Fui subindo a mão e comecei a apalpar os seios dela, ela ainda chorava e soltou um gemidinho
-Mary... O que você está fazendo?
Eu fui aproximando meu rosto do dela, ela tentou me afastar mas acabou deixando, começamos a nos beijar, aquela boquinha deliciosa dela era um sonho, enquanto eu a beijava fui colocando a mão por dentro da calcinha dela acariciando a buceta dela, tirei a calcinha dela e deitei ela na cama, fui e tranquei a porta, ela estava lá deitadatoda aberta só de blusa, eu tirei a minha roupa e a blusa dela, comecei a beijar-la, enfiei a lingua na boquinha dela, depois fui beijando seu pescoço fui descendo até começar a chupar os seios dela, ela gemia, sua respiração era ofegante, fui beijando a barriguinha dela, até chegar na sua buceta, comecei a chupar-la, lambendo o clitoris dela enfiei dois dedos na buceta dela, ela gemia alto, sua respiração era ofegante, ela estava toda molhada mas ainda assim chorava, enfiei logo 3 dedos na buceta dela e fiquei metendo com força até ela gozar, torcamos a posição e eu fiz ela ficar em cima
-Ta bom Mary... Para...
-Se ta bom porque parar?
Respondi maliciosamente, fui nas minhas coisas e peguei o meu vibrador, voltei e coloquei ela de 4
-O que você vai fazer?
Perguntou ela, eu chupei o negocio um pouco pra humedecer depois enfiei o dedo médio no rabo dela, ela deu um gemido mais alto meio assutada
-Não Mary!
Eu ligeui o vibrador e enfiei co tudo no cu dela, ela gemia alto, praticamente gritando, enfiei o negocio todo, e me deitei do lado dela, puxei ela pelos cabelos e coloquei a cara

dela na minha buceta
-Agora é sua vez!
Ordenei, esfreguei a carinha dela até ela começar a lamber, ela gemia alto e lambia "timidamente" eu puei os cabelos dela com mais força e ela comecou a chupar melhor,enfiando os dedinhos na minha buceta, comecei a gemer, apesar de inexperiente ela estava me dando prazer, forcei ela me chupar até eu gozar, meu gozo foi todo na carinha dela, quando eu soltei-a ela se afastou e ficou caida no chão, chorando com o vibrador ainda enfiado no cu dela, ela estava muito molhada, fiquei atrás dela e comecei a tirar, mas quando já estava saindo eu enfiei de volta, ela gemia mais ainda implorando pra eu parar, fiquei metendo até ela gozar denovo, depoistirei e fiquei beijando ela até a hora que bem entendi, parei e abri a porta, meu pai estava lá olhando pelo buraco da fechadura e batendo punheta, quando ele me viu me puxou pelo braço pro corredor
-O que você fez com ela? Eu não sabia que você...
Disse ele
-Vai dizer que você não estava gostando?
perguntei
-Não, só vocês duas sentiram prazer... Mas quem sabe se você me der algum...
Disse ele colocando a minha mão sobre o pau dele, Jessica ainda estava lá caida no chão assustada por ter sido fodida pela melhor amiga, fiquei de joelhos de cara com o pau dele, ele comecou a esfregar o membro na minha cara, enfie na minha boca e comecei a chupar, lambendo a cabeça, ele me pegou pelos cabelos, me machucando até, e empurrava e puxava minha cabeça bem rapidamente, eu quase engasgando com o pau dele quase todo na minha boca, aconteceu isso quando ele gozou bem lá no fundo fiquei com a boca cheia de porra, ele me soltou e eu cai no chão acabei engulindo o que não escorreu, ele me levantou, pelos cabelos novamente, essa é a desvantagem de ter um cabelão, me colocou de cara com a parede e começou a me enrabar, ele metia com muita força, descontando a raiva por eu ter empatado a foda dele com Jessica, estava ardendo muito, agora quem estava chorando de dor era eu, eu segurava os gemidos ao máximo, não queria que jessica soubesse que além de sapata-tarada sou incestuosa, ele ficou metendo até gozar dentro de mim, ai me soltou e foi falar com Jessica, nem sei o que ele falou, fui pro banheiro tomar um banho, estava cansada já, a porra escorria pelas minhas pernas, quando eu terminei eu vi eles dois saindo, acho que ele foi deixar-la em casa, fiquei na sala assistindo tv até Cassandra chegar
-Cadê o seu pai querida?
Perguntou ela
-Não sei amor, saiu mas não me disse pra onde...
Não menti, apenas omiti que ele saiu com Jessica, ela sorriu maliciosamente, se sentou do meu lado e apertou meu seio
-Vamos aproveitar?
A carinha de safada dela era irrestivel, aqueles olhos verdes, aquele sorriso, não tinha quem negasse algo a ela, mas quando iamos nos beijar Justin foi chegando, ela logo tirou a mão do meu peito e disfarçou, quando meu pai chegou os dois conversaram algo mas ele não falou uma palavra comigo.

sábado, 24 de outubro de 2009

Aviso!

Olá meus leitores,
eu sei que já são dois dias sem postagens novas...
Não se preocupem que eu não abandonei o Blog,
mas eu decidir "remodelar" o estilo das histórias, eu só tenho a agradecer a vocês que acompanham meu humilde trabalho, e é por vocês que eu tento sempre melhorar, e como tem havido muitos comentários sobre a ausência de "história" (eu vou logo ao ponto xD), eu poderia continuar postando um conto por dia, mas eu preferi optar por qualidade ao invés de quantidade, então vou diminuir a frequencia de postagens, mas os contos vão ser mais 'elaborados'
agradeço a todos pelas visitas e pelos elogios ^^
abraços

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A Suruba [Parte 2]


me levantei limpei minha boca e veio um cara já adulto falar comigo.
-Ei gostosinha, eu e mais um amigos queremos "conhecer você melhor"
E foi logo me puxando pelo braço, e me levou pra um sofá que tinha dois caras, um em cada ponta, já com o pau duro, ele foi e me jogou no meio deles, eles eram bem mais velhos que
eu, o primeiro alisava minha perna o segundo pegava em meus seios, eu acariava o pau deles, o segundo começou a me beijar, não era tão bonito mas era melhor que o primeiro, enquanto o primeiro enfiava o dedo na minha buceta,o segundo colocou uma camisinha, fiquei de quatro em cima do sofá, o seugndo foi colocando e tirando bem devagar da minha buceta, enquanto isso eu chupava o outro e ele pegando nos meus seios, eu lambia a cabeça do pau dele, o que comia minha buceta agora metia com mais força, dando uns tapas na minha bunda, então ele faz eu trocar de posição, ele se deita e eu fico em cima dele, para a minha surpresa o outro cara veio por trás e enfiou no mmeu cu, eu ainda dei uns gritinhos mas ele não parou,os dois começaram a meter com força, eu gemia alto, doia um pouco mas eu estava sentindo um prazer enorme, aqueles dois paus dentro de mim me levando a loucura, parecia até uma briga de espadas dentro de mim, quando estava no auge que eu gemia sem parar sem folêgo o que levou pra lá veio e puxou meus cabelos pra aproximar minha cabeça do pau dele, eu comecei a chupar, os caras metiam com cada vez mais força, eu fechava os olhos e apenas aproveitava o momento, não demorou muito e eu cheguei lá, o prazer tomava conta de mim, ele ainda me comeram por um bom tempo, então pararam e me fizeram ficar ajoelhada no chão, vieram os três de uma vez esfregando os paus na minha cara, eu chupava um e alisava os outros dois, depois ele começaram a gozar na minha cara, eu fechei os olhos, abri bem a boca e botei a lingua pra fora, eu sentia os jatos de porra quente no meu delicado rosto, escorrendo por ele todo, fiquei com a cara toda melada, não podia nem abrir o olho direito, engoli o que tinha voado na minha boca, eles ainda esfregaram os orgãos no meu rosto até eu me levantar e sair, eles ainda falaram umas graças pro meu lado, me chamaram de vagabunda mas eu nem liguei, fui até o banheiro, estava vazio, lavei meu rosto na pia, quando me olhei no espelho fiquei puta qunado vi meu cabelo todo melado, molhei ele também, antes de eu sair uma japinha linda entrou, escorria um pouco de porra da boquinha dela, eu sempre achei as orientais lindas, enquanto ela lavava o rosto eu alisava os lisos cabelos negros dela, ela não se importou, mas quando eu meti a mão na bunda dela ela se virou pra mim
-Sai pra lá sua sapata!
ela empurrou minha mão, eu segurei a mão dela e coloquei-a contra a parede, ela tentou reagir mas eu segurava seus braços, comecei a beijar o pescoço dela, ela gritava mandando eu parar mas eu não parei, fui descendo até chegar aos seios dela, comecei a chupar os seios pequenos dela, acariciando seus mamilos com minha lingua, dando algumas mordidinhas de leve, então senti alguém em agarrando por trás, pensei que era alguém para defender a japa, mas o cara começou a me enrabar, eu comecei a gemer de prazer enquanto segurava a japa, ela chorava pedindo pra eu parar, outro cara veio, ele deitou a japa e segurou as mãos dela, eu fiquei de quatro na frente dela e comecei a chupar a buceta dela enquanto o primeiro que chegou fudia o meu rabo, a japa implorava que parassemos mas ninguém dava ouvidos a ela, mudamos de posição eu fiquei deitada e a japa ficou em cima de mim fazendo um 69, um dos caras ficou esfregando a rola na cara dela dando uns tapas até ela começar a chupar e outro enfiava no cu dela, acho que ela nunca tinha feito anal, o cara ia colocando bem devagar de tão apertado que era, enquanto isso e chupava a buceta dela, depois tiraram ela de cima de mim, ela não aguentava mais anda, sua respiração era ofegante, e ainda caiam lágrimas de seu rosto, eu ainda beijei ela apertando seus seios, um deles me botou de quatro e começou a fuder meu rabo, quando eu menos vejo ele goza no meu cu, eu ia protestar mas ele veio e me segurou, o outro veio e fez o mesmo, dessa vez quem estava querendo que eles parassem era eu, enquanto um me segurava o outro forçou a garota a chupar a porra que escorria do meu rabo, quando ela terminou eles nos soltaram e foram embora tão de repente quanto chegaram, ficamos as duas caidas no chão do banheiro, ela chorava, eu só gemia, depois me levantei e deixei ela lá, fui procurar a Ju, não fazia idéia de que horas eram, quando achei a Ju tive até dó dela, um cara super bem dotado fodia com tudo o cuzinho dela, só pra machucar ela, ele enfiava tudo e dava tapas com força na bunda dela que estava toda vermelha, um pouco de sangue saia do cu dela, e ainda tinha dois caras do lado, parecia até que esperavam sua vez, achei o Fernando e antes que alguns desses caras me visse me agarrei com ele, ignorando os avisos da Ju enfiei minha lingua na boca dele, e ficamos nos beijando, ele enfiava dois dedos na minha buceta enquanto eu acariciava o pau dele,
-Vamos para o meu quarto, lá é mais reservado...
-Você vai deixar a Ju naquela situação?
Ele deu uma olhada para ela, apenas sorriu vendo ela gritando de dor
-Uma hora eles cansam
Ele era um canalha, mas era um canalha gostoso, eu fiz vista grossa dessa vez, quem mandou a Ju ir atrás de homem safado? Tomou no cu, literalmente, eu fui pro quarto dele, era bem arrumado me joguei na cama, era bem macia, ele se deitou do meu lado e eu fiquei cavalgando
em cima dele até ele estar perto de gozar, comecei a chupar ele e ele gozou na minha boca, eu engoli tudo, estava muito cansada, morta mesmo, deitei e fechei os olhos, ele se deitou do meu lado e eu acabei pegando no sono abraçada com ele.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A Suruba [Parte 1]


Olá mais uma vez meus queridos leitores, a história de hoje começa mais uma vez na escola, onde eu faço tudo menos estudar, mas enfim, eu estava lá quando a Ju me chamou pra falar algo
-Sim meu amor
Falei
-Bem Mary... Tenho até vergonha de falar uma coisa dessas...
Disse ela sem nem olhar pra minha cara, olhando pra baixo meio constrangida, pensei que ela ia se declarar pra mim ou algo do tipo
-Deixa disso, sabe que comigo não tem frescura
-Tudo bem, o negócio é o seguinte, sabe o Fernando né?
-O menino que você gosta? Sei sim, o que tem ele?
-Ele ta namorando, mas ele disse que deixava ela pra ficar comigo se eu fizesse uma coisa...
-Dar pra ele? Fala logo menina!
-Ta, ele fica comigo se eu arrumar pra você dar pra ele
-E você virou minha cafetina agora?
-Ow Mary quebra esse galho pra mim, eu sei que você é safadinha, concerteza já deu uma olhada mais assim pra ele, vê, ele e uns amigos dele marcaram uma "suruba" e ele quer que você va, só isso
Eu fiquei até chocada com uma proposta dessa e logo vinda dela, mas até que deve ser bem interessante, nunca fui em uma mas sempre tive certa vontade/curiosidade, e sem falar que era também uma oportunidade pra eu fazer algo com ela.
-Eu topo, mas com duas condições...
-Ai... Quais?
-Você vai ter que ir também, e lá vai dar pra mim
Ela ficou surpresa pela minha proposta, mais do que eu fiquei com a dela
-Mary... Eu não sabia que você era lésbica, tava desconfiando essa sua amizade com a Wendy...
-Eu não sou lésbica, sou BI, é bem diferente!
-Totalmente diferente... Ai, eu não sei, tipo, nós somos muito amigas, isso ia mudar totalmente nossa relação...
Eu fui me aproximando dela, abraçei ela
-Muda nada amor, só vai mudar que nós vamos ficar ainda mais intimas
Fui descendo a mão até chegar na bunda dela, deu uma apalpada daquelas, mas ainda estava longe de saciar meu desejo por ela
-Que vai mudar vai, mas... ta... eu topo
Disse ela tirando minha mão da bunda dela e colocando na cintura, eu fui beijando o pescoço dela, dei um beijinho na bochecha, ela foi virando o rosto pra eu não beijar na boca, dela, ela estava ruborizada, segurei o rostinho dela e acabei roubando um beijo, era quase um sonho beijar aquela boquinha linda, mas foi bem curto porque ela me empurrou.
-Ta bom! Se for pra me agarrar, que seja lá
Eu já estava feliz por ter pelo menos dado um beijo, e só a idéia de comer ela já me deixava excitada, o tal do Fernando é até gatinho, dou pra ele sem problema, contanto que eu foda ela. Chegou finalmente o "Grande dia", coloquei uma saia bem curta, uma blusinha, parecia uma putinha indo pro ponto, quando Justin me viu quase que não aguenta, queria me agarrar mas eu não deixei, ia poupar minhas energias para o que estava por vir, Cassandra foi me deixar lá , eu disse para ela que era só uma festinha qualquer que ia ter, ela também estava babando por mim, dirigiu só com uma mão, com a outra só fazia me alisar, ela parou na frente do prédio do menino
-É aqui
Falei e fui descendo do carro quando ela me segurou pelo braço
-E o meu beijo?
Eu fui dar só um selinho, mas ela me agarrou e efiou a lingua na minha boca, ainda aproveitei pra dar umas apalpadas nela, depois que me livrei dela fui até a portaria, o cara ligou avisando que eu tava subindo, era um prédio bem chique, tinha uns vinte andares, quando eu cheguei na porta do apartamento dele que bati fui recebida pela Ju, ela parecia bem assustada, e estava só de roupas intimas
-Oii Ju!
Cumprimentei
-Oi Mary, entra
Disse ela com voz de quem estava constragida, eu entrei, quando olhei pra sala tive noção do que estava mesmo acontecendo, haviam vários casais trepando na sala, casais heteros, lesbicos, de gays, havia dois caras comendo uma menina no chão da sala, e em todo lugar haviam camisinhas, antes que eu pudesse ver mais detalhes Juliana me disse
-Amiga, tem que tirar a roupa pra poder entrar, e não pode negar a fazer nada, essas são as duas regras
-Ta eu tiro
Tirei logo a roupa e deixei separada num canto, a Ju estava morrendo de vergonha e medo, só vestida de calcinha e sutiã, eu já nua fui até ela, ela nem quis olhar direito para o meu corpo, eu meti a mão nos peitos dela, ela segurou minha mão e sorrindo eu disse
-Não pode negar se esqueceu?
Ela soltou minha mão contrariada, eu coloquei os seios dela pra fora e comecei a chupar, fui colocando a mão por dentro da calcinha dela, acariciando aquela bucetinha que eu desejava fazia tanto tempo, eu super excitada estava toda molhada, nessa hora chegou o Fernando e ficou só assistindo e se masturbando, e eu olhando pra ele com uma carinha de puta enquanto metia os dedos na buceta da Ju e ela gemia alto e sua respiração era ofegante, a acho que ela ainda era virgem, ele foi se aproximando
-Oi Mary, que bom que você veio
-Eu não poderia perder...
Ele foi me beijar na boca mas a Ju interveio
-Ei vocês dois, pode fazer o resto mas beijar na boca não!
Eu achei até engraçado numa suruba ela ter uma crise de ciumes, eu e ele sorrimos
-Já que na boca não pode em outros lugares pode...
Eu disse me ajoelhando na frente dele, comecei a chupar o pau dele, ela estava meio incrédula, e me comer na frente dela aumentava o prazer dele umas dez vezes, ela não querendo ficar pra trás tirou logo o que restava de sua roupa e se ajoelhou do meu lado, fazendo uma carinha de quem não sabia o que fazer, eu tirei o pau da minha boca e empurrei a cabeça dela na direçã, ela hesitou um pouco mas começou a chupar, mas só a cabeça, o Fernando gemia de prazer, eu comecei a alisar-la, aquela bunda maravilhosa dela que eu tanto admirava, e ao mesmo tempo labia a parte do pau dele que estava do lado de fora da boca da Ju, uma mão na bunda dela e a outra acariciando o saco dele, então ele tira o pau da boca dela, volto a beijar ela, ele vai por trás dela e 'empurra' ela sobre mim, eu me deito no chão de costas e ela fica de quatro em cima de mim, ele pega uma camisinha e coloca, a Ju tava super nervosa, ele antes de meter nela ainda acariciou minha buceta, quando ele começou a meter nela ela gemeu alto, e eu aproveitando pra apalpar os seios dela e beijar-la, enfiei a lingua na boca dela, depois de comer bem ela trocamos de posição e eu fiquei em cima, le começou a meter na minha buceta, eu gemendo, a Ju ainda estava ofegante, voltei a beijar-la, quando ele estava quase gozando ele veio tirou a camisinha e colocou o pau na minha boca, e gozou, eu tirei o pau dele da minha boca e com a boca cheia de porra comecei a beijar a Ju, deixando a porra toda escorrer pra boca dela, ela ficou com nojo mas deixou, ele ficou super excitado vendo essa cena, enquanto isso ele me alisva, me levantei limpei minha boca e veio um cara já adulto falar comigo.
-Ei gostosinha, eu e mais um amigos queremos "conhecer você melhor"
E foi logo me puxando pelo braço, e me levou pra um sofá que tinha dois caras, um em cada ponta, já com o pau duro, ele foi e me jogou no meio deles...

CONTINUA...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Até você pai?


Olá queridos leitores. Bem a história de hoje se passa alguns dias depois que os dois meninos me pegaram, no outro dia eu nem fui pra escola, quando eu fui a Mariana ficou toda desconfiada me olhando, eu não sei se ela sabia o que o irmão e o amigo fizeram comigo, mas desde o que eu fiz com ela que ela me olha estranho, o que era de se esperar. Enfim, era um sabádo de tarde, Justin tinha me chamado no quarto dele, conversa vai conversa vem, ele foi botando a mão aqui e ali, e eu acabei dando o rabo pra ele, ele tava gozando na minha boca quando Cassandra tenta abrir a porta, que felizmente estava trancada, eu engoli logo o que tinha na boca e vestimos nossas roupas em velocidade recorde, fiz uma pose de quem agia naturalmente e o Justin foi abrir a porta
-Posso saber o porque dessa porta trancada?
ela foi logo perguntando
-Bem mãe... É que nós iamos escutar metal, ai pra não lhe incomodar fechamos a porta
Respondeu Justin, uma desculpa mais que esfarrapada, ela concerteza não caiu, mas não tinha nem do que desconfiar.
-Sei... Justin, vem comigo que agente vai ali fazer umas compras e preciso de alguém pra carregar as coisas
-Porque não leva a Mary?
-Porque você é mais forte e a preguiça dela não vai deixar ela sair, não é "Maryzinha"?
-Isso mesmo "Cah".
Depois de alguns protestos sem sucesso ele foi, eu fui pra sala, meu pai estava no quarto fazendo o que eu não sei, pois bem, eu fiquei um tempão deitada no sofá assistindo besteira, me deu um sono danado, eu fechei os olhos e cochilei, acordei pouco depois com barulho de passos, nem me movi, apenas abri um dos olhos, era meu pai, ele me viu dormindo e foi desligar a TV, eu fingi que estava dormindo para ele não reclamar que eu tinha deixado a TV ligada e ido dormir, essas coisas, ouvi os passos dele se aproximando de mim, ele se ajoelhou na minha frente, começou a alisar minha cabeça, mexer nos meus cabelos, até ai normal, ele sempre faz isso, eu até gosto, alisou meu braço, ai ele passou um tempinho sem me tocar, me balaçou um pouquinho, bem de leve pra ver se eu acordava, continuei fingindo estar dormindo, as coisas sairam da normalidade apartir dai, como eu gosto de ficar bem a vontade mesmo em casa, só estava com minha roupa de baixo, uma blusinha bem curtinha e de calcinha, ele foi levantando minha blusa bem devagar, minha respiração foi ficando ofegante, eu estava ao mesmo tempo excitada e indignada, quando meus seios já estavam a mostra ele suavemente foi passando a mão neles, apertou um pouco um dos mamilos, não deu pra segurar uns gemidinhos esporádicos, como ele viu que eu não acordava começou a chupar meu seios, e foi além, depois de chupar um pouco colocou o pau pra fora, enquanto se aproveitava dos meus seios batia punheta, quando largou meus seios foi aproximando o pau bem devagarzinho do meu rosto, até tocar, encostou a cabeça bem na minha boca, esfregava um pouco e tirava pra ver se eu acordava, mas eu continuava fingindo, as coisas foram esquentando apesar de meio que assustada aquilo estava me excitando, ele bem devagarzinho, e com bem muito cuidado foi me virando até me deixar de barriga pra baixo, foi alisando minhas pernas, deu uma pegada na minha bunda, e a essa altura eu só não teria acordado se estivesse em coma, e olhe lá, ele foi tirando minha calcinha bem devagar, baixou-a até a altura do joelho, ele descaradamente foi enfiando o dedo no meu cu, ai eu não aguentei e
deu um gemido alto, ele olhou pra mim assustado, eu olhava pra ele sem saber o que falar
-Mary... Você estava acordada?
-Desde a parte que você desligou a TV...
Eu olhei pra ele e dei um sorrizo bem malicioso
-Mas não pare...
Ele retribuiu o sorrizo, eu deveria ficar mais ressentida em dar para o meu pai, mas eu não sentia culpa, terminei de tirar a calcinha e me sentei, ele veio e colocou o pau na minha boca, eu comecei a chupar aquele pauzão enorme ele tirava e colocava da minha boca, eu usava minha lingua pra estimular bem ele, depois ele me colocou de quatro, começou a esfregar o membro na minha buceta, foi enfiando bem devagar, até que eu senti o pau dele todo dentro de mim, depois ele começou a fuder minha buceta bem gostoso, ele era muito bom, eu me sentia nas nuvens metia com bem força, minha respiração era ofengante, eu gemia alto de prazer ele tirou o pau da minha buceta e se sentou, mandou eu 'cavalgar', eu fiquei em cima dele e comecei a fazer os movimentos pra cima e para baixo, enquanto fudia minha buceta ele enfiava o dedo no meu rabo, nós nos beijavamos enquanto isso, ele enfiava a lingua dentro da minha boquinha me fazendo delilar, depois parou um pouco, tirou o pau da minha buceta e perguntou
-Quer dar o cuzinho lindinha?
-Quero...
O negócio dele era grande mas o meu tesão era tão grande naquela hora que eu nem me importei, ele posicionou o insturmento no meu buraquinho e eu fui descendo e subindo bem
devagar até caber tudo, eu gemia alto, o prazer era imenso,eu estava quase lá, ele metia fundo no meu buraquinho, mas ainda assim doia, sempre doi, mas eu adoro essa dorzinha, fikei descendo e subindo no pau dele até eu gozar, meu gozo escorreu até no sofá, ele adorou, depois que eu gozei, ele mudou a posição, me botou de ladinho, meteu com toda a força, até me fazer chorar um pouco, ele apertava meu seio, metia com tudo mesmo, eu alisava meu clitoris enquanto isso, ele começou a gemer e para minha surpresa ele gozou dentro do meu cuzinho, eu senti o esperma escorrendo, eu nunca tinha feito isso, era até bom mas eu fiquei com medo de pegar algo, ou quem sabe não escorresse pra minha buceta.
-Pai!
Ele nem respondeu, ainda meteu um pouco, tirou do meu cu e se sentou , eu fiquei ajoelhada de frente pra ele e comecei a chupar, ainda escorria gozo do meu rabo, chupei ele até vermos que Cassandra e Justin estavam voltando, eu fui logo pro banheiro tomar um banho, nem sei o que ele foi fazer, passei o banho pensando que eu sim tinha o melhor pai do mundo em todos os sentidos exceto moralmente falando...

domingo, 18 de outubro de 2009

Vingança


olá! sou eu Mary mais uma vez, no dia após o meu 'caso' com a Mariana fui pro colégio com a Wendy e a Ju, o pai dela morrendo de medo que eu falasse algo comprometedor, antes de eu descer ele até desenrolou 50 conto pra mim, desse jeito vou acabar ficando rica, o dia foi normal, se é que os meus dias são normais, não prestei atenção um minuto na aula, dei uns amassos na Wendy, quando chegou a hora da saida minhas amigas foram embora, eu tive que ficar na escola pra fazer uma pesquisa, fiquei um tempão na biblioteca fazendo a danada, quando terminei já era bem tarde, eu não passei o tempo todo pesquisando, o que me fez mais perder tempo foram as cochiladas, quando eu sai quase não havia movimento nos corredores, peguei minha bolsa e estava indo pra casa quando vi dois meninos vindo na minha direção, até bonitinhos, nem dei muita atenção até que vieram falar comigo.
-Você que é a Mary?
Um deles perguntou
-Sou eu sim, porque?
Ao invés de responder ele me botou contra a parede e segurou meu pescoço, eu fiquei aterrorizada, deixei cair meus livros no chão, dava pra ver o ódio no olhar dele.
-Sua sapata maldita! Você vai pagar pelo o que fez com a minha irmã
Nesse momento tudo se encaixou, ele era irmão da Mariana, o outro deveria ser só amigo dele, e eu estava fudida, não dava pra gritar com ele apertando meu pescoço.
-Não foi nada disso que você está pensando...
Tentei me salvar, mas ele nem ligou pra o que eu disse, eu dei um chute no saco dele, ele me soltou mas antes de eu conseguir correr o outro puxou uma faca e colocou no meu pescoço, quando o irmão da mina se recuperou deu um soco na minha barriga que eu vi estrelas de tanta dor, eles cochicharam algo e me empurraram para uma sala vazia, me colocou diante do birô do professor e encostou minha barriga na mesa, o outro veio pelo lado e segurou meus braços, era claro o que eles pretendiam, o que me segurava butou a faca no meu pescoço denovo e disse:
-Não grite! Se você gritar eu corto sua lingua fora!
Eu não botava muita fé que ele teria coragem de fazer isso, mas preferi não arriscar, o irmão dela tirou minha saia e minha calcinha, minha respiração era ofegante, não era o meu primeiro estrupo, mas nunca tinha dado pra dois caras ao mesmo tempo, estava morta de medo, ele colocou o pau pra fora e ficou esfregando ele na minha buceta, eu gemia e algumas lágrimas caiam, então ele enfiou com tudo, eu dei um gemido mais alto e o outro mostrou logo a faca, o cara metia com força na minha bucetinha, ainda dava uns tapas na minha bunda, vendo minha boca aberta gemendo o da faca teve uma ideia, botou o pau pra fora e comecou a esfregar na minha cara.
-Chupa
Eu não tive escolha a não ser chupar, o outro enquanto fudia minha buceta enfiava o dedo no meu cu, apesar de tudo eu ainda sentia prazer naquilo, então ele tirou da minha buceta e começou a comer o meu cu, pressionou a cabeça contra o meu buraco até entrar, estava doendo muito, ele continuou até colocar tudo, e eu morrendo de dor, ele começou a meter com violência, queria mesmo me arrombar, meu buraquinho apertado ardia muito, eu só não gritava porque estava com o pau do outro na boca, era muito estranho a sensação de dar pra dois, ainda mais forçada daquele jeito, as lágrimas agora aumentavam, ele estava metendo muito forte, eu fechava os olhos e tentava me concentrar apenas no que estava na minha boca, ele colocando quase o negocio todo na minha boquinha e eu acariciando com minha lingua, mas não dava, depois de um tempo eles trocaram, o que estava comendo a minha bunda enfiou o pau todo na minha boquinha, quase que eu engasgo, o outro comia meu cu mais devagar um pouco, mais ainda assim estava doendo, eu fechava os olhos e queria que acabasse logo, e eu me almiçoava por mesmo apesar de tudo estar quase gozando, ele continuou fodendo minha bunda enquanto o outro me forçava a chupar o pau dele, era grande e eu tava quase enagasgando, quando o que estava no meu rabo começou a meter com mais força na minha bunda, apesar disso tudo eu ainda conseguia ter um pouco de prazer, só a ideia de ser pega por dois caras era quase uma fantasia, e quanto mais eles metiam mais eu sentia que ia chegar lá alheia as dores, e logo o gozo escorreu da minha buceta, ajudou com a dor, mas não parou-a totalmente, o que estava na minha boca gozou, uma parte dentro da minha boca ele tirou o pau e ainda gozou na minha cara, depois o outro me puxou pelos cabelos e me colocou de joelhos diante dele, e gozou na minha cara toda, sorte não bateu nos meus olhos, mas bateu até no meu cabelo, me jogaram no chão, o irmão da Mariana começou a apalpar meus seios e o outro enfiava um dedo no meu cu e um na minha buceta, eu chorando com a cara toda melada, se eu gritasse morria, os dois ainda passaram um bom tempo se aproveitando de mim, enfiando o dedo na minha buceta, no meu cu, apalpando minha bunda, meus seios, me molestando de tudo quanto é jeito, o irmão da Mari me fez chupar mais o pau dele, depois tirou da minha boca e começou a bater punheta até gozar denovo, vôo uma parte no meu rosto mas boa parte foi nos seios, ele deu um chute na minha barriga que me fez deitar no chão encolhida de dor.
-Isso é pra você aprender a não mecher mais com a irmã dos outros sua puta
Ainda cuspiu na minha cara.
-Vamo
Disse ele com o outro que alisava minhas pernas
-Pera, eu ainda vou aproveitar um pouco...
Eu não sei daonde ele tirou tanto fogo, o irmão dela se vestiu e foi embora, o outro me botou de ladinho e se deitou atrás de mim, começou a fuder minha buceta, pegando no meu peito mesmo melado pelo outro, como eu não podia fazer nada tentei aproveitar a situação, enquanto ele fodia eu estimulava meu clitoris pra tentar ter algum prazer, depois ele tirou da buceta e fudeu mais meu cu, voltou a arder, enquanto ele fazia isso eu enfiava dois dedos na minha buceta, quando ele estava perto de chegar lá ele tirou o pau do meu rabo e gozou nas minhas costas, depois se levantou, se vestiu e foi embora ainda levou minha calcinha com ele, me deixou la caida no chão e toda melada, eu fiquei lá ainda por um tempo chorando, me levantei, peguei um lenço que havia na minhas coisas e me limpei, não adiantou muito, me vesti e sai da sala, meus livros ainda estavam jogados no chão, peguei, fui no banheiro e me arrumei, sorte o pai da Ju ter me dado uma grana, deu pra eu pegar um taxi, estava com uma dor de cabeça enorme, minha bunda também ardia, mais ainda assim quando eu pensava naqueles dois paus se aproveitando de mim ainda conseguia sentir uma pontinha de desejo, quando cheguei em casa meu Pai foi logo perguntando
-Mas porque essa demora Mary?
-Estava estudando pai, estudando...
Fui logo tomar um banho e dormir, os momentos que eu passei naquela sala ainda estava fortes na minha cabeça, e duvido que eu vá esquecer logo.

sábado, 17 de outubro de 2009

Chantagem

Qual a parte do "Diário de MARY ASHFORD" eles não entenderam? Só quem deveria escrever era eu, mas deixa pra lá, eu sei que preferem minha narração, deixando o momento revolta e o eu me acho de lado, meu pai me deixou na escola como qualquer outro dia qualquer, eu dei tchau pra ele com um selinho e fui falar com minhas amigas, mas logo o sinal tocou e tivemos que ir pra sala, eu já estava super irritada por ter ido, queria ter ficado em casa, só tinha aula chata hoje, Quimica, Fisica e matematica, eu não entendo nada mesmo, tinha lucrado mais ficando em casa, e quando eu cheguei descobri que Wendy faltou minha revolta aumentou, passei as primeiras aulas desenhando, não eu não sou uma boa desenhista, mas pra passar o tempo tudo vale, o professor tinha notado a minha desatenção, quando tocou para o recreio que eu já estava voando para fora da sala ele me chama.
-Ashford, venha aqui por favor
Eu fui né.
-Pois não Professor...
-Cuidado com a vida mocinha... suas notas não estão lá essas coisas, e todas as suas amigas estudam pra valer, se você não tiver cuidado não vai conseguir entrar em nenhuma universiade.
Nossa como eu estava preocupada com isso, eu bonita do jeito que eu sou ou me arranjaria como modelo ou casaria com um velho rico, o professor sabia que eu não queria nada com a vida.
-Faz algo útil por favor, leve isso aqui na sala dos professores e deixe sobre a minha mesa
O infeliz jogou na minha mão uma pilha de papel maior que eu, eu fui lá levar como uma burrinha de carga, andei os quilometros que separam a minha sala da dos professores, joguei os papeis sobre a mesa dele e sai apressada pra ver se ainda aproveitava algo do recreio, quando ouvi uns gemidos "caracteristicos" fui procurar a fonte, quase não acredito no que vejo, num corredorzinho escondido a Mariana, a patty insurpotavel e gostosa da sala, fazendo um boquete no professor de eduação fisica, eu fiquei assistindo até eles terminarem, ele gozou uma parte na cara dela uma parte dentro da boca dela, depois saiu e deixou ela lá com a cara melada e de joelhos no chão, eu me escondi e ele não me viu, ela cuspiu o esperma da boca, pegou um lenço e limpou seu rostinho lindo, "É agora que eu pego ela" eu pensei, quando ela se levantou que tava indo embora eu apareci, ela fez uma cara de quem via um fantasma
-Mary?! O que você está fazendo aqui??
Perguntou assustada, eu fui me aproximando dela
-Vim ver seu showzinho com o professor... O que o resto do colégio pensaria ao saber?
-Você não faria isso sua vagaba...
Eu fui pra cima dela e coloquei-a contra a parede
-Eu posso fazer isso agora, mas quem sabe agente não possa negociar?
Os olhinhos azuis dela me fitavam em desespero
-O que você quer?
Eu passei a mão pelos cabelos castanhos dela, fui alisando ela até minha mão chegar no seio dela onde eu dei uma boa apalpada, ela entendeu o que eu queria, só não conseguia acreditar.
-Por favor... Isso não...
Os olhos dela já lacrimejavam, comecei a beijar-la, ela ainda tentou me afastar mas sabia que se seu segredo vazasse seria pior,enquanto beijava eu sentia as lágrimas escorrendo dos olhos dela, meti a mão na bunda dela e fiquei alisando, peguei a mão dela e coloquei na minha, parei de beijar-la, as lágrimas escorriam pelo seu belo rostinho, eu já fui estrupada, porque também não posso violentar outras meninas? tirei a minha blusa e a dela, comecei a chupar os peitos dela, ela gemia entre soluços, depois forcei ela a chupar os meus, ela chupou muito bem me deixando ainda mais excitada, me abaixei e tirei a calcinha dela por debaixo da saia
-Mary... Pare... Eu imploro! Vamos resolver isso de outra maneira!
Implorou ela, mas quanto mais ela pedia mais tesão me dava
-Você está gostando sua putinha, você ta toda molhada!
enfiei dois dedos no cu dela fazendo ela dá um gritinho, ela queria gritar mais mas não podia, comecei a chupar a buceta dela, estimulando bem o clitoris, e para quem estava sendo forçada ela parecia estar até gostando, enfiei logo 3 dedos no rabo dela, pra fazer doer mesmo, dava pra sentir o cu dela alargando, quando me saciei me levantei e tirei a minha calcinha, a maquiagem dela estava toda borrada de tanto choro, a empurrei pra baixo pelos ombros e empurrei a cabeça dela na direção da minha buceta, ela ainda ressitiu mas depois de alguns puxões de cabelo ela comecou a me chupar, ela não tinha muito jeito, mas foi melhorando, o sinal já tinha tocado anuncidando o fim do recreio mas eu não estava nem ai, só queria aproveitar a linguinha linda dela, pressionei a cabeça dela contra as minhas partes até eu gozar, o meu gozo escorria pelo rostinho lindo dela, ela fico com nojinho mas eu segurava ela pelos cabelos, quando soltei seus cabelos ela caiu no chão, me deitei sobre ela e ainda dei uns beijos nela e acariciei mais seus seios antes de deixar-la, tratei logo de vestir minha roupa, ela continuava la no chão chorando, eu dei uns chutinhos de leve nas costas dela
-Se levanta vagaba, vai se acostumando que eu não termineie por aqui
Se ela não quizesse que todos soubessem do seu love-affair com o professor ela teria que dar pra mim mais vezes, deixei ela lá mesmo abusada e caida no chão e fui para o banheiro me arrumar e ficar lá esperando acabar a aula.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Jessica

Hey, tudo beleza? Não é a Mary, é a Jessica, mas pode me chamar de Jess, nessa história ela é só uma figurante. Como vocês sabem eu e ela somos muito amigas, nos conhecemos a muito tempo e tals, sempre fui na casa dela, mas uma vez aconteceu algo bem inesperado... Tudo começou quando eu cheguei em casa e descobri que por engano tinha trazido o livro da Mary comigo, eu sabia que ela não ia precisar do jeito que é "estudiosa" nem iria sentir a falta do livro por semanas, mas meu senso de dever fez com que eu fosse lá na casa dela devolver sem nem tirar o uniforme da escola, eu penso que sou rica mas ela é bem mais, a casa dela, ou melhor, mansão, é enorme, tem tudo que se possa imaginar, até heliponto! Mas isso não importa, pelo menos agora, quando eu cheguei lá só quem estava era o pai dela, Marcos, mas que eu chamo carinhosamente de Tio, ele é bem legal, ele foi logo me comprimentando com um beijo na bochecha
-Oi Jess, tudo bem linda?
-Tudo ótimo sim e você?
-Tudo ótimo, veio ver a Mary né?
-Sim, eu vim devolver o livro dela
-Que pena, ela não está, saiu com Cassandra e Justin
-Foi? Tudo bem, ta aqui o livro qunado ela voltar você diz que eu vim
Eu já estava me virando para ir embora ele me chamou
-Você não quer entrar não?
Entrar? Só estava ele na casa, ia pegar mau eu sozinha com ele, mas não sei o que deu em mim que eu aceitei
-Tudo bem
Eu entrei e fomos até a sala, ele estava vendo um filme no DVD, quando eu olhei melhor era o meu favorito
-Não acredito que você gosta desse filme!
Exclamei deixando meu lado Nerd aflorecer
-Claro que eu gosto, é o meu favorito!
-Jura?
Dai nós dois nos sentamos no sofá e começamos a conversar sobre o filme e tals, um papo meio Nerd, eu me sentia bem a vontade com ele, parecia até q eu estava falando com um jovem.
-Você acredita que eu nunca pensaria que você é tão... Nerd
Disse ele
-Porque? Eu não aparento não é?
-Nem um pouco, as meninas que curtem essas coisas normalmente não são tão bonitas, e você é muito linda
Disse ele passando a mão em meus cabelos, eu não gosto muito de contatos desse tipo mas eu tava deixando ele, não sei, ele era tão diferente dos outros, depois ele começou a acariciar o meu rosto com uma mão, e com a outra ele começou a alisar minha perna, eu fiquei toda envergonhada e nervosa.
-Eu tenho outros filmes da série lá em cima quer ver?
-Quero!
Eu me levantei logo, foi bom ele ter mudado de assunto, ele segurou minha mão pra me levar até onde ele guarda os filmes, lá fomos nós com os dedos entrelaçados, ele foi o primeiro homem que segurou a minha mão além do meu pai, eu não sei o que estava dando em mim naquele dia, mas tudo que ele fazia parecia ser diferente, parecia que ele era especial algo do tipo, chegamos no quarto dele, ele me mostrou uma estante, lá embaixo na ultima bem perto do chão é que ele guardava os filmes em questão, eu muito inocente me abaixei pra ver melhor, mas ainda não dava, ai eu fui e fiquei de 4 bem em frente aos filmes, a micro saia do colégio deixava minha calcinha e parte da minha bunda aparecendo, ele se ajoelhou atrás de mim e me abraçou, ia dizer algo mas eu não deixei me virei rápido e fiquei frente a frente com ele, me sentia estranha, eu queria dizer não, gritar sei la, mas ao mesmo tempo eu estava sentindo um calor, um desejo, ele ali me abraçando beijando meu pescoço, quando eu menos vi eu também estava abraçando ele
-Jess, eu tenho que admitir que desde quando você veio aqui pela primeira vez que eu lhe desejo
Nossa, isso me deixou impressionada, eu deveria ter mal 15 anos quando conheci a Mary, ele foi me beijando no rosto se aproximando da boca, eu nunca tinha beijado ninguém, ele seria o primeiro, quando nossos lábios se encontraram foi demais, enquanto isso ele apalpava minha bunda, eu acabei ficando excitada, ele começou a apalpar debaixo da saia, e eu sentia o pau dele endurecer, era grande! Eu fiquei ainda mais nervosa, paramos de nos beijar, ele me sentou na cama eu nem olhava pra ele, meio que envergonhada, ele se ajoelhou de frente pra mim e tirou minha calcinha, eu estava vermelha de vergonha, mas também muito excitada, ele me deitou e abriu minhas pernas deixando minha bucetinha a mostra, ele abriu minha blusa botando meus seios pra fora, e tirou a própria roupa, foi quando eu vi o orgão dele, era bem grande, e eu nunca tinha visto um garoto nu antes, ele comecou a me chupar, eu sentia um prazer enorme, minha respiração era ofegante, eu gemia de prazer, enquanto ele me chupava enfiava o dedo no meu anus, doia um pouco mas eu estava gostando, ele continuou me chupando até eu gozar, ele colocou uma camisinha no seu membro e penetrou-me, doeu logo quando ele foi botar mas era muito bom assim mesmo, logo ele estava metendo com tudo e eu pedindo por mais, depois ele me colocou de quatro, comecou a lamber o meu cu
-Você vai meter na minha bunda?
perguntei
-Vou sim
-Vai doer!
-Confie em mim
Ele foi colocando bem devagar, doia pra cassete mas eu era puro extasê, estava amando, ele colocava um pouco e tirava, colocava um pouco mais e tirava.
-Que cuzinho apertado
Quando ele colocou tudo escorreu uma lágrima dos meus olhos, eu gemia de prazer e dor, ele começou a meter devagar, mas logo foi metendo com toda a força pra me fazer gritar mesmo, ele puxava meus cabelos, batia em mim, me xingava, eu estava amando, meu cu ardia como eu nunca tinha sentido antes, mas não demorou muito eu já estava gozando denovo, mas chegou uma hora que eu pedia pra parar e ele continuava, ele tirou o pau do meu rabo e colocou de volta na minha buceta, e enfiou 3 dedos nele, enquanto fodia minha buceta ele tirava e botava os dedos com força, eu gemia alto de prazer e estava sem fôlego, não demorou ele voltou a me sodomizar, passou mais um tempo comendo meu rabo depois tirou denovo o pau de la, me fez deitar e tirou a camisinha, ele deitou sobre mim colocando o pau entre meus seios, pressionou eles na direção de seu orgão, ele baixou minha cabeça de modo que minha boca ficava bem na frente da cabeça do pau dele, ele comecou a mover o pau pra frente e pra tras com força roçando entre meus seios, e eu com a linguinha de fora lambendo a ponta da cabeça, até que ele gozou, os jatos foram todos em direção do meu rosto, ele não deixou eu tirar, uma parte vôo pra dentro da minha boca mas grande parte melou meu rostinho, era muito esperma, eu fiquei com quase todo o rosto melado, ele tirava o esperma do meu rosto e colocava dentro da minha boca e eu comecei a engolir aquilo tudo, acabei gostando do sabor, depois ele enfiou o pau na minha boca, eu comecei a chupar enquanto ele apalpava meus seios, era uma delicia, ficamos desse jeito até escutarmos o barulho do carro de Cassandra, rapidamente nos levantamos vestimos nossa roupa, limpei meu rosto, se houvesse um recorde de arrumar mais rápido nós teriamos ganhado, pouco antes de Mary entrar no quarto disfarçamos vendo os DVD's que haviam sido usados como isca para me levar pra lá.
-Jessica? Você por aki?
Perguntou Mary
-Oi Mary, eu vim devolver seu livro, e como você não estava seu pai estava me mostrando a coleção de DVD's dele
-Ai ai, não dá corda pra essa menina pai, quando ela começa a falar de aliens, espaço, guerra blá blá blá é foda pra para
-Me deixa!
Ele só ria vendo nós duas discutirmos, ela também gosta de filmes de ficção mas não admite, Cassandra chamou ela e tive outro momento a sós com ele
-Eu te amo
Eu disse
-Eu também te amo lindinha, quero fazer isso mais e mais vezes
-Eu também
Ele me deu um selinho antes de se levantar e ir falar com Cassandra e eu fui conversar com Mary, que agora além de amiga era tabém quase minha enteada, eu sentia um pouco de remorso pro ser o pai da minha melhor amiga, mas deixei pra lá, será que Mary ficaria chateada se descobrisse?

Mensagem para os Leitores

Oi pessoal, espero que estejam gostando do Blog, talvez mais tarde eu poste mais, tenho mais algumas histórias só esperando serem postadas, mas tenho que escrever outras, qualquer sugestão ou algo do tipo, até mesmo uma aprceria pra eu colocar o banner do seu blog esse tipo de coisa, escrevam um comentário ou mandem um email para mary.ashford.17@gmail.com

muito obrigado por tudo e tenham um ótimo final de semana

O Pai da Ju

Oii sou eu Mary, sentiram a minha falta? Eu sei que sim, a historinha de Justin é boa mas as minhas são melhores, fiquei com ciumes dele com a Audrey, eu queria ter pegado ela, a jess tava com ódio dele mas agora ta mais calma, mas deixa, em Wendy ele não toca, nós duas estavamos tendo um lance super legal, eu não tenho certeza mas eu acho que estou até começando a gostar dela... Um dia tava conversando eu, ela, também estava lá a Ju, eu iria fazer um trabalho com Wendy na casa delas duas, ai a Ju me puxou e me afastou do grupo pra falar algo
-Ow Mary, tenho que falar algo com você
disse ela
-Pode falar meu amor
respondi passando a mão nos cabelos dela
-Eu sei que você tem ficado bem amiga da Wendy, mas tenha cuidado com ela...
eu fiquei até chocada, cuidado? Até que era tinha cara de ruiva-psicótica mas não pensei que era tão sério
-Como assim cuidado?
Antes de responder ela se certificou que não havia mais ninguém por perto escutando
-Bom, ela veio morar comigo porque brigou com os pais, eles nem querem mais ver ela
-Nossa o que ela fez de tão sério?!
-Você sabe que minha familia é muito conservadora, pra não dizer cheia de frescura, e ela assumiu que é lésbica...
Isso não era novidade para mim, grande merda, e eu que sou Bi? Acho que meu Pai nem ia ligar, Cassandra tabém é, e a minha mãe tabém era pelo jeito, acho que ele ia até gostar, Cassandra já sabe e adora, mas deu pena da coitada, ser expulsa de casa por causa de sua opção sexual em pelno Séc. 21, eu fiz a maior cara de surpresa, como se fosse algo de outro mundo
-Sério??? Tu jura???
-Juro!! Mas ela nunca deu em cima de mim não, porque eu sou prima dela, mas você eu não sei, e vocês duas vão ficar sozinhas em casa...
Sozinhas? Tudo que eu queria
-Não se preocupe, somos só amigas e se ela quiser... Passar de algum limite eu dou um jeitinho beleza?
-Beleza!
Depois da aula peguei carona para a casa da Ju com o pai dela, dava pra notar as olhadas dele para mim, mas já tinha me acostumado com a indiscrição dele quando chegamos lá ele foi deixar ela no médico que ela tinha uma consulta marcada, só exames de rotina mesmo, eu e Wendy ficamos a sós, assim que eles bateram a porta eu voei em cima dela e comecei a beijar-la, deitamos no chão mesmo, eu já estava excitada, fui logo levantando a blusa dela, tirei o sutiã dela
-Nossa, hoje você ta que ta não é amor?
Ela disse, eu nem sequer respondi, fui logo chupando os seios fartos dela, fui descendo, beijando sua barriguinha, levantei a saia dela, tirei a calcinha dela e comecei a chupar a bucetinha linda dela, ela gemia de prazer, enfie logo dois dedos no cu dela, ela gemeu mais alto ainda, meus dedos foram entrando com difculdade naquele rabinho apertado, mais eu metia com força, estimulava bem o clitoris dela com minha linguinha, até ela gozar, fui subindo voltei a beijar ela na boca, trocamos de lugar ela ficou em cima e tirou minha blusa, quando já estava metendo a mão nos meus seios o telefone toca.
-Deixa ficar tocando!
eu disse
-Não é melhor atender se não vão desconfiar
ela se levantou e atendeu o telefone, quando ela disse "alô" cheguei por trás dela e meti o dedo no cu dela, ela deu gemido baixo que felizmente a pessoa do outro lado não ouviu, ela tentou tirar minha mão mas eu imobilizei a mãozinha dela e continuei metendo com força até ela desligar
-Sai tarada!
Disse ela brincando e tirando minha mão
-Mary, se veste que a Ju e meu tio estão voltando!
complementou ela
-Mas já? Ela não ia passar a tarde toda no médico?
-A secretária do médico ligou avisando que ele não vai poder atender
disse ela vestindo sua calcinha, eu fiquei meio decepcionada, pensei que ia passar a tarde toda transando com ela, mas fazer o que né? Fomos fazer o trabalho nos limitando a dar umas pegadinhas aqui e ali e uns selinhos, não demorou muito a Ju chegou e foi ajudar agente a fazer.
-Ow Ju tu tem ai papel pautado?
Perguntei
-Não...
-Cartolina? Qualquer coisa do tipo?
-Tenho cara de papelaria?
ela respondeu sarcasticamente
-Eu até que iria comprar mas eu não sei por onde vende
disse Wendy
-Eu sei mas não quero ir sozinha
respondeu Ju, eu morta de preguiça de ir falei
-Então vai vocês duas que eu fico aqui adiantando as coisas
-Ta certo então
Tudo acertado elas foram atrás de comprar as coisas, e eu fiquei lá sozinha, me sentei no sofá toda a vontade com os pés em cima dele e tudo mais, fiquei vendo as fotos do livro de biologia, as que mostravam os bixinhos fofinhos, eu jurando que tava sozinha me assustei quando o pai da Ju perguntou
-Mary, cadê a Juliana?
-saiu ela e Wendy, foram comprar uns materiais, devem voltar logo
-tudo certo...
ele se sentou bem do meu lado, e eu me ajeitei sentei bem direitinho, e voltei a ver as figuras bunitinhas enquanto ele assistia TV, ele era um coroa até bonito, nem era tão velho assim, ou pelo menos não aparentava, tinha cabelos pretos, olhos castanhos, era bem alto.
-Então, sobre o que é esse trabalho?
ele perguntou
-É sobre o assunto que estamos vendo em biologia
respondi automaticamente sem notar q ele olhava pra minhas pernas
-se quiser posso ajudar você em biologia...
Disse ele dando um sorriso bem malicioso e colocando a mão sobre minha coxa e dando uma pegada, eu afastei minha perna pra ve se ele tirava a mão mas ele não tirou
-Não, não preciso de ajuda
Respondi afastando a mão dele, e colocando o livro no meu colo, dai ele colocou o braço sobre meus ombros
-Você não sabe as coisas que eu posso lhe ensinar minha linda
ele foi alisando minhas costas, foi pegando na minha cintura, quando eu vi já tava colocando a mão por dentro da minha saia, eu me levantei, nunca pensei que ele era tão safado assim, já tinha notado algumas olhadas indiscretas, mas isso até o meu pai faz, eu não esperava que ele fosse tão longe se tivesse chance, antes que eu pudesse me afastar do sofá ele me puxou e sentou-me no colo dele.
-Sai!
Eu gritei, mas eu nem queria tanto assim que ele me soltasse, eu sentia o pau dele rigido embaixo de mim, ele apalpava meus seios.
-Para com isso tio! Para!
Eu fazia todo um drama só pra fazer charme, mas não sei se ele tinha percebido isso ou se estava realmente disposto a me estrupar, fui fazer o teste, dei um tapa com força na cara dele e me levantei rápido, minha blusa já estava um trapo, primeiro tinha sido amassada pela Wendy agora por ele, eu não me afastei muito do sofá ele se levantou e me agarrou por trás, e me derrubou sem me machucar tanto, quando eu estava me levantando que fiquei de 4 ele estava de joelhos atrás de mim me segurou pela cintura e disse
-É desse jeito mesmo que eu te quero putinha...
Eu já tava mais que molhada a essa altura do campeonato, eu tentava me livrar dele mas ele era bem mais forte, tirou minha saia com força, a minha calcinha igualmente, quase rasgando, me deixando só com a blusa do colégio, ele deu um tapa bem forte na minha bunda deixando uma marca vermelha na minha pele branquinha, quando eu olhei pra trás que vi ele colocando o pau pra fora até me assustei, era enorme, devia ter mais de 20 cm, e ele nem negão era.
-Não! Por favor não faça isso!
Eu nem estava tão fingindo a essa hora, pelo menos ele estava colocando camisinha, eu sabia que não tinha escapatoria, vi meu celular jogado no chão e peguei-o, ele nem notou, estava ocupado colocando a camisinha, coloquei pra filma e deixei afastado de modo que pudesse filmar sem que ele percebesse, quando estava pronto ele me pegou denovo e enfiou com tudo na minha bucetinha, eu sentia cada centimetro do pauzão dele dentro de mim, minha respiração muito ofegante e eu gemendo super alto, era muito grande pra mim, mas mesmo assim eu estava tendo um prazer imenso, ele socava na minha buceta com força e dava uns tapas na minha bunda, do nada ele pega uma caneta que eu havia deixado cair no chão e enfiou uma parte no meu cu, eu dei um grito e disse
-Mas o que diabos você está fazendo seu corno?
ele me puxou pelos cabelos até meu rosto ficar perto do dele, ele forçou um beijo e disse no meu ouvido
-Vou fuder esse teu cuzinho gostoso...
Eu fikei deseperada, o pau de Justin que nem era tão grande ardeu tanto, imagina o dele, mas não havia nada que eu pudesse fazer, ele continuou comendo minha buceta e enfiando a caneta no meu rabo, depois ele tirou a caneta e colocou na minha boca e me obrigou a chupar-la, ele tirou o pau da minha buceta e comecou a lamber o meu cu, lambeu bem muito, depois cuspiu, enfiou um dedo, depois dois, e ainda tentou colocar o terceiro, e eu gritando mandando ele parar, e eu não estava fingindo,eu queria mesmo que ele parasse, mas ainda assim o tesão que eu sentia era muito grande, tão grande quanto o instrumento dele, ele foi enfiando sem nem saber se tava doendo ou não, eu já tava chorando e ele rindo me chamando de vadia, puta, cachorra, batendo na minha bunda, depois que a cabeça entrou toda eu já tava morrendo de dor, sentia meu buraquinho sendo arrombado, ele sem piedade foi metendo com força até entrar tudo tudo, a dor era imensa, entretanto o prazer também era muito só dele enfiar tudo eu já estava quase gozando, ele comecou a meter fundo e não demorou muito meu gozo comecou a escorrer, mas ele não parou por ai, continuou fudendo com força e bem rápido, eu estava alternando entre os extremos de dor e prazer, doia pra caralho mas era muito bom, eu cheguei a gozar mais duas vezes, já havia uma poça de gozo no chão, e eu entorpecida de dor e prazer, mal conseguia gemer, ele me deitou no chão de bruços, molhando minhas pernas todas com o meu própio gozo, e montou em cima de mim comendo meu rabo com ainda mais força, eu só chorava e tentava aproveitar o momento, ele tirou o pau do meu cu tirou a camisinha e puxou meu cabelo e me forçou a chupar o pau dele, eu chupei até ele gozar e inundar minha boca totalmente de esperma, até o esperma era muito, escorreu uma boa parte pelos cantos da bok, eu acostumada a ser obrigada a engolir automaticamente já fui engolindo, cairam umas gotas sobre minha blusa, q ele limpou com o dedo e colocou na minha boca, e depois apontou pra o que tinha caido no chão, eu já tinha engolido 1 litro de porra num ia engolir o do chão, mas temendo perder o couro cabeludo de tanto que ele puxava meus cabelos tive que fazer, ele pressionou minha cabeça perto do chão até eu lamber tudo, acho que foi o pior momento da minha vida, lamber porra no chão, eu estava sem força fiquei caida no chão com o rabo ardendo, ele me vestiu, com um lenço limpou minha boquinha e meu queixo para esconder as provas de seu crime, e depois limpou o chão, eu me levantei e sentei no sofá, me sentia como uma puta, ou como uma atriz pornô, atriz pornô? Me lembrei que ele não sabia absolutamente nada de tecnologia, peguei meu celular que tinha posicionado estrategicamente antes dele começar
-Isso vai ser o nosso segredinho não é querida?
-O nosso e o da Policia quando eu mostrar as provas desse, estrupo
E mostrei meu celular pra ele
-Você não pode ter filmado!
-Você que estava ocupado demais com minha bunda
Ele tentou tomar da minha mão mas eu me afastei e ameacei
-Sai de perto! É só eu apertar esse botão aqui e todos os meus contatos vão receber esse video
Ele não queria arriscar, e eu sabia disso, apesar da pose de machão ele era burro e covarde
-Espere, vamos negociar
-A carteira...
Pedi estendendo a mão como uma puta profissional, ele me deu, quando eu abri fiquei surpresa, acho que ele ia fazer algum pagamento ou algo do tipo, tinha mais de 500 reais ali, eu peguei tudo e coloquei no meu sutiã, ele só olhava, sabia o que o destino guarda para tarados que são pegos, e mesmo sem um video um exame facilmente incriminaria ele
-Não acabei por aqui...
Ele ficou puto da vida ao ver a carteira vazia, quem mandou se meter com menina de menor, ele subiu foi pro quarto dele sem dizer uma palavra e eu me arrumei pra as meninas não desconfiarem, ainda estava ardendo muito mas eu fingi que não, e pelo menos agora eu teria um meio de extorquir mais dinheiro dele.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Irmã da Amiga


Olá, dessa vez que vos fala não é a Mary, sou eu Justin, as minhas aventuras com ela vocês já conhecem, a história que eu vou contar não envolve ela, mas sim a irmã de uma amiga dela. Tudo começou num sabádo de tarde, meu PC tava com problema e eu tinha que formatar ele, mas descobri que meu CD do Windows estava arranhado, e precisava entrar no MSN pra ver se meu amigo que tem estava online, então fui usar o computador da minha querida irmãzinha, fui entrando no quarto logo com ignorância
-Ô vagaba sai dai que eu preciso usar
Eu quase me matei quando vi que não era Mary que estava usando o PC, era uma garota bem linda, loirinha, olhos azuis, lembrava até uma francesa, umas perninhas grossas, seios bem redodinhos, mas a expressão do seu belo rostinho era de medo
-Desculpe... Mary disse que eu podia ficar a aqui e...
Eu interrompi ela
-Não,quem tem que se desculpar sou eu, me desculpe, eu pensei que era minha irmã que tava ai, foi mal, aonde ela foi por falar nisso?
-Ela foi com minha irmã na casa de uma amiga pegar um filme e eu fiquei aqui esperando elas, então você que é o irmão dela? O Justin?
-Sim sou eu mesmo, ahh então você é a irmã da Jess? Andreia, ana, amanda,
-Audrey
-Sim isso mesmo, eu sabia,
Nós dois sorrimos, Mary já tinha falado algo sobre ela, ela era bem mais nova que eu, devia ter uns 14 anos, mas eu não estava nem ai pra idade dela
-Você vai precisar usar?
Perguntou ela apontando pro PC
-Bem rapidinho amr
Ela se levantou e eu me sentei, ela ficou do lado da cadeira, o meu amigo estava OFF, o MSN dela tava aberto, e alguém chamo-a
-Ai é minha mãe
Eu ia me levantar pra deixar ela usar mas ela inocentemente se sentou no meu colo e começou a conversar como se nada estivesse acontecendo, eu tive que me segurar para não ter uma erecção na hora, ela sentou bem em cima do meu negocio com aquela bundinha linda, eu pra aproveitar a situação coloquei as mãos na cintura dela, ela nem se mexeu, ela estava de short, deixei a mão esquerda na cintura dela e fui alisando ela bem devagar com a direita até chegar em sua perna, ela mexeu a bunda pra se sentar melhor e meu pau quase que endurece, eu tava torando um aço danado pra não deixar ele fazer isso, ela não esboçava nenhuma reação enquanto eu apalpava a perna dela, coloquei minha mão esquerda sobre a barriguinha dela, e dei um beijinho em seu ombro, ela soltou um suspiro de quem tava gostando, nessa hora não tive como me controlar, meu pau endureceu na hora, ela deu sobressalto, ficou meio que se esfregando em cima dele e com aquela vozinha de menininha disse
-Isso é o seu...?
-Sim, é ele mesmo, ta gostando?
-To adorando...
Tirei minha mão da barriga dela e comecei a aperta seu seio, com a outra mão eu alisava a buceta dela por cima do short, depois coloquei-a por dentro da calcinha dela, ela ficava 'rebolando' em cima do meu pau, a bucetinha dela tava toda molhadinha, arranquei o short dela afastei a calcinha e meti o dedo nela.
-Calma, vai com calma...
Dizia ela ruborizada e ofegante
-Você já fez isso antes?
-Nunca...
Eu fiz ela se levantar e comecamos a nos beijar, eu quase me abaixava porque ela era bem baixinha, botei meu pau pra fora e coloquei a mãozinha delicada dela nele, ela ficou mais nervosa, empurrei ela pra baixo pelos ombros até ela fica de joelhos e cara-a-cara com o meu caralho, ela parecia estar meio assustada
-Chupa
Eu falei
-Ai... Eu nunca fiz isso Justin... Sou muito novinha pra essas coisas...
-Sempre se tem a primeira vez, e quanto mais cedo melhor
Segurei a cabeça dela e esfreguei o pau em seu rostinho lindo, ela fechou os belos olhos, com ele eu pressionei a boquinha dela até ela abrir, e começar a chupar, para uma iniciante até que ela chupava bem, se bem q eu não conhecia nenhuma profissional, só quem tinha colocado meu pau na boca tinha sido ela e Mary, conforme ela ia chupando ia se soltando mais, eu fiz sinal pra ela se levantar, tirei a blusa dela e comecei a chupar os peitinhos dela, ela gemia de prazer, enquanto eu chupava ela se masturbava, joguei as revistas e outras coisas que estavam sobre a mesa do PC no chão e deitei ela de bruços sobre a mesa, esfreguei me pau na buceta e no cuzinho dela, quando eu ia meter ela colocou a mão em cima e disse
-Isso eu não faço
-Agora que agente já ta aki?
Ela pensou um pouco e respondeu
-Tudo bem, eu dou pra você, mas tem duas condições...
Eu doido pra trepar e ela vindo pra cima de mim com condições, essas mulheres são foda...
-Quais são elas?
-Primeira, você vai ter que usar camisinha, não quero ser mãe agora...
-E a outra qual é?
-Vai ter que assumir namoro comigo
Namorar??? Puta merda, fazer o que né? Mas eu aceitei, ela era muito gostosa e os pais dela são liberais, e muito ricos, sem falar que quem sabeeu ainda poderia tirar uma casquinha da irmã dela, corri no meu quarto e peguei uma camisinha das que ja vem lubrificadas, se eu ia namorar aquela putinha ela ia ter que pelo menos liberar o rabo, quando voltei ela ainda estava na mesma posição, coloquei a camisinha e coloquei na buceta dela, coloquei um pouco mais força no começo, ela deu uns gemidinhos de dor, eu fiquei com um pouco de medo porque saiu um pouco de sangue, mas me lembrei que era normal sangrar um pouco quando a mina é virgem, mas ignorando isso começei a meter naquela bucetinha apertadinha, alisando as costas dela, ela gemia alto e se segurava na mesa, eu dei umas palmadas na bunda dela, o cuzinho dela era bem fechadinho, bem pequeno, pedindo pra ser fudido, coloquei o dedo médio na boca pra molhar ele e enfiei no buraco dela.
-Não! No meu cu não!
Disse ela, mas eu respondi
-Quem manda aqui sou eu vadia
Alheio as protestos dela eu continuei enfiando o dedo, no cu dela e comendo sua buceta, o cuzinho dela era ainda mais apertado q o de Mary, ela gemia bem alto e eu morto de medo que minha mãe escutasse, mas ela estava dormindo com a porta fechada e o ar condicionado ligado, tirei o pau da buceta dela, lambi um pouco o cuzinho dela, ela ficou ainda mais molhada quando eu fiz isso, botei a cabeça do meu membro bem em cima do buraquinho dela, e fui colocando bem devagar, foi entrando com dificuldade ela era bem apertada mesmo, mau a cabeça entrou ela já tava chorando, mas quanto mais ela chorava mais eu botava, e eu sabia q ela estava gostando, sua bucetinha estava ensopada, coloquei só metade para não arrombar ela de uma vez só, fui metendo devagar, e ela gemendo e gritando de dor e prazer ao mesmo tempo, lágrimas caiam de seus olhos, sua maquiagem já tinha escorrido toda, eu fui metendo com mais velocidade até q ela deu um grito mais alto que os outros, pensei que tinha matado ela, mas quando senti o gozo dela escorrendo vi que ela tava era gostando daquilo, na hora que ela tava gozando eu meti de vez o resto do meu pau no rabo dela, ela gritava cada vez mais, e eu senti que já estava quase gozando, tirei o pau do cu dela, o buraquinho antes tão fechado agora estava bem aberto, puxei ela pelos cabelos e coloquei-a de joelhos, e tirei a camisinha, nem precisei falar ela começou a chupar, não demorou muito eu gozei tudo na boquinha dela, ela ia cuspir, mas se fizesse isso ia deixar uma marca no carpete do quarto de Mary, eu segurei a boquinha dela fechada
-Engole!
Ela balançou a cabeça negativamente, suas buchechas inchadas cheias de gozo, quando ouvimos a voz da minha mãe vinda do quarto dela
-Justin!!! Mas que gritaria é essa? O que vocês estão fazendo pra essa menina gritar tanto?
Com o susto ela engoliu tudo, ela ia falar algo mas calei ela colocando meu pau de volta na sua boca
-Agente ta vendo um filme! De terror! E ela morre de medo!
-Vê se fica com medo mais silenciosamente!
Ainda fiz ela ficar um tempão me chupando, vestimos nossa roupa, e ficamos dando uns amassos em cima da cama de Mary mesmo, quando ela e Jessica chegaram e viram nós nos beijando
-Audrey!!! Justin!!! O que vocês estão fazendo?!?!? Vou matar os dois!!!
Gritou Jessica tendo uma crise de ciumes da irmãzinha
-Calma Jessica! Deixa q eu mesma mato ele, ô Justin você não tem vergonha? Ela só tem 13 anos!
Disse Mary
-14! E quem tem que gostar dele sou eu, to nem ai pra vocês duas.
respondeu Audrey
-Vocês estão namorando?
Perguntou Jessica ainda com raiva
-Bem, agente...
Eu ia tentar explicar mas Audrey se intrometeu
-Sim nós estamos
Foi nessa hora que eu quase me caguei de medo, não pelo o que ela disse, mas eu percebi que a camisnha ainda estava jogada no chão, Mas nem Mary nem Jessica tinham notado.
-Mary, mamãe quer falar com vocês duas urgentemente
inventei na hora
-O que ela quer?
-Ela só disse que era urgente...
As duas foram mesmo que a contragosto, quando elas sairam eu corri e joguei fora a camisinha, e cheguei pra Audrey e disse
-O que agente fez hoje fica só entre agente ta amor?
-Mais é claro! Conte pra alguém e eu lhe mato
Com o nosso segredo bem guardado voltamos a nos beijar e escutar os gritos de indignação da minha mãe por ter sido acordada.

Volta às Aulas

Oii, sou eu Mary de novo, mas se não fosse eu quem mais poderia ser não é? Mas abafa o caso eu sou meio pertubada assim mesmo, enfim, tudo que é bom acaba, então minhas queridas férias terminaram, mas vai ser ótimo voltar pra o colégio, mentira, odeiooo escola, vou porque sou obrigada, só tem dois pontos positivos, hora do recreio e a da saida, mas pelo menos vou rever minhas amigas, sem falar que o clima ta muito estranho em casa, de um lado Justin me secando, do outro Cassandra, eu não posso nem me agarrar com um nem com o outro, tenho que esperar um dos dois sair de junto. Bom, depois de ser acordada na base de gritos pra poder levantar cedo, me arrumei bem antes de sair, queria estar perfeita para o caso de encontrar alguma gatinha ou gatinho, quando eu já estava pronta, fui pra sala, Justin já tinha se arrumado faz tempo e meu pai esperava pacientemente Cassandra terminar de se arrumar, também linda daquele jeito ela sempre demora horas se arrumando, ele foi e nos deixou no colégio, estava aquela balburdia de começo de aulas, gente se reencontrando, se conhecendo, eu ainda estava meio q dormindo quando escuto um grito estridente a poucos metros de mim
-Maryyyy!!!
Me viro e é Jessica, minha best, agente dá um abraço bem apertado, ela é linda, cabelos bem pretos, olhos castanhos, alta, bem gostosa, logo atrás dela aparece a Juliana, minha outra grande amiga, ela loira, olhos azuis, é a mais gostosa de todas, pernas bem grossas, seios fartos, um bunda que deixa qualquer menino doido, o abraço dela durou mais é claro, ficamos um tempinho conversando besteira até que a Ju falou
-Mary, quero que tu conehça alguém
-Quem?
eu perguntei
-Minha prima que se mudou pra ca, ta morando comigo e veio estudar aqui também, a Wendy
-Wendy? Nome legal
-Ela também é super legal, ah olha ela ai
Olhei na direção que ela apontou e vi, era tão linda quanto a prima, só não tinha um corpão feito o da Ju mas o que tinha era ótimo tinha os peitos maiores que os meus inclusive, era ruiva como a Cassandra, tenho que adimitir que tenho uma queda por garotas ruivas, seus olhos também eram bem verdes, comprimentei ela com um abraço, bem apertado, e um beijinho em cada bochecha.
-Então você é a famosa Mary? A Ju sempre fala muito de você
Disse ela com sua linda voz, nós logo nos demos bem, ela era muito divertida e tinha um gosto parecido com o meu, sentei bem do lado dela na sala, enquanto o professor falava merda, quer dizer, explicava o assunto, agente conversava por papelzinho, estavamos com as carteiras uma calada na outra, nisso, quando eu fui passar o papelzinho pra ela caiu sobre a perna dela, e o uniforme do colégio é uma blusa bem estranha e uma sainha daquelas de colegial bem fetiche mesmo, eu fui pegar o papel e aproveitei pra dar uma pegadinha na perna dela, quando eu botei a mão sobre a perna dela pra pegar o palpel ela também foi e acabou colocando sua mão sobre a minha, nos entreolhamos e eu dei um sorrizinho malicioso, e ela respondeu com outro, e ao invés de tirar minha mão de sua coxa ela a acariciava, é nessas horas que é bom ser a unica vagal da sala, enquanto minhas amigas prestavam atenção na aula ninguem notava o clima entre agente esquentando, ela pegou minha mão e foi subindo e quando eu vi já tava dentro da saia dela, eu fiz a carinha mais inocente possível pra ela, e ela deu um piscadinha pra mim, eu já tava doida de tesão querendo comer ela ali mesmo na frente de todo mundo, já tinha pegado em cada pedaço da perninha grosssinha dela, quando eu já ia pegar em outras partes o sinal do recreio toca, rapidamente tiramos nossas mãos dali, nos levantamos e fomos nos encontrar com nossas amigas, então Jessica fala
-Eu vi!
Bateu um desespero nas duas
-Viu?!
Perguntei
-Vi sim! As duas a aula toda!
então Wendy perguntou
-o que você viu Jess?
-Vocês duas ao invés de estar prestando atenção ficam trocando papelzinho, mal a menina chega e tu ja bota ela no mal caminho Mary
Nós duas ficamos bem mais calmas, jessica era inteligente mas não tinha visto nada comprometedor, enquanto Jess e Ju conversavam merda o clima entre eu e Wendy só esquentava, quando ninguem olhava eu dava uma alisada na bunda dela, ela na minha, nos esfregavamos um pouco uma na outra, ela passava a mão pelo meu cabelo, e quanto mais agente tentava esconder mais excitante ficava
-Estou morta de fome...
Reclamou Jessica
-Você vai virar uma baleia
Disse ju
-Baleia eu já sou, então vamos lanchar alguma coisa
Então as duas foram na direção da cantina, como Wendy era novata e o colégio é enorme, e até eu que estudo aqui a 500 anos ainda me perco as vezes, eu segurei a mão dela e fui guiando ela, como era normal amigas andarem de mãos dadas ninguém reparou, quando chegamos lá Jess ja tinha pegado uma mesa, só q a "inteligente" pegou uma só com três cadeiras e eu acabei ficando em pé, quando eu fui buscar outra cadeira a Wendy se ofereceu
-Pode sentar aqui
Ela ia se levantar pra deixar eu sentar mas quando ela já estava pra se levantar eu fui e sentei no colo dela
-Tudo bem
respondi o mais inocente possível, as meninas ficaram meio que surpresas com isso mas logo esqueceram, até a hora de voltar pra sala ela ficou alisando minhas pernas, minha bunda, só não fez mais coisas pra não lenvantar ainda mais suspeitas, o sinal tocou e voltamos pra sala, ela sabia onde ficava a sala mas mesmo asism fiz questão de ir com ela de mãos dadas, a próxima aula seria numa sala diferente, pegamos lugar lá trás, Jessica sentou la na frente e Ju mais no meio da sala perto do menino que ela gosta, para a nossa alegria a professora ia passar um filme, que eu nem prestei atenção sobre o que era nem sequer no nome do filme, assim que ela apagou a luz a Wendy veio e deu uma pegada no meu peito, depois foi alisar minhas pernas, olhei para os lados, não dava pra ver nada estava tudo escuro, estavamos sentadas num dos cantos da sala, a pouca iluminação que havia vinha do televisor, absolutamente ninguém prestava atenção em nós duas, ela chegou no meu ouvido e disse
-Não se preocupe, ninguém ta olhando, me beija...
Eu fingindo ser muito inocente também no ouvido dela respondi
-Ai Wendy, eu não sei, nunca fiz isso antes com uma garota...
Ela já com a boca bem próxima da minha disse
-É só relaxar queridinha, só isso.
Então agente começou a se beijar, botei logo a mão nos seios fartos dela, ela foi logo metendo a mão por dentro da minha saia, abaixou minha calcinha até perto do joelho, nessa hora deu um nervosismo danado, mas deixei mesmo assim, afastei bem uma perna da outra e meti a mão por dentro da blusa dela, ela logo enfiou dois dedos na minha buceta, por um triz eu não soltei um gemido alto, eu apertava, fazia carinho nos mamilos, coloquei a minha lingua dentro da boca dela, nossa respiração era ofegante, eu sentia que ia chegar lá a qualquer instante, queria fazer ela parar, sabia que quando eu gozasse ia sair jorrando pela cadeira toda, mas o extasê era tanto que eu nem consegui, e dito e feito quando eu gozei comecou a escorrer pela cadeira toda, molhando minha saia minha calcinha uma molhadeira triste, eu vesti minha calcinha de volta e olhei pra ela com a maior cara de assustada e ela rindo da minha descgraça
-E agora?
Perguntei ainda ofegante, ela tirou da bolsa dela uma garrafinha com agua abriu e "acidentalmente" derramou em cima das minhas pernas.
-Ai que droga! Desculpa Mary! Desculpa!
Disse ela meio q fazendo um draminha, e eu fui na onda dela
-Wendy! Minha roupa! Você molhou tudo!!!
Toda a atenção da sala de voltou para nós, a professora falou
-Mary! Vá trocar de roupa e peça para alguém vir limpar isso
Eu fui e ainda tive q escutar uns comentários dos meninos "ela ta toda molhadinha", no corredor a coordenadora me viu e perguntou
-Mas o que é isso Ashford?
Ela só fala com os alunos pelo sobrenome, eu acho legal, me acho mais importante sendo chamada de Ashford
-Derramou água em mim senhora
-Isso eu estou vendo, mas como? Deixa pra lá, eu vou emprestar-lhe um uniforme
Ela arrumou um uniforme que deu certinho em mim, eu voltei pra sala e até a hora da saida fiquei alisando as pernas de Wendy e ela as minhas, na hora da sai a Ju comentou
-Vocês duas se deram bem mesmo né?
-Já somos grandes amigas
Respondi, agora sim eu tenho um ótimo motivo pra vir pro colégio.